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“Ave patriam, morituri te salutant”

“Ave patriam, morituri te salutant”

William Shakespeare escreveu “O Mercador de Veneza” sem nunca ter visto um judeu, pois os hebraicos haviam sido expulsos da Inglaterra anos antes. Mas mesmo assim zombou deles.

A grande maioria da população brasileira também nunca viu um militar. Eles não têm noção do que significa sair de casa aos 15 anos e se internar por quase uma década. Desconhecem que o castrense é o único cidadão da República que tem o dever jurídico de matar e de morrer.  

Ignoram que, durante o serviço, o homem fardado nem mesmo sono pode sentir. Aliás, sentir pode, mas se dormir será enquadrado no artigo 203 do Código Penal Militar. Desconhecem a inexistência de direitos trabalhistas dos militares.

Desconhecem que os militares não fazem a guerra. Os conflitos são disparados por interesses econômicos. Os militares vão à guerra. E a guerra nada mais é do que um confronto entre pessoas que se conhecem, se odeiam, mas não morrem. E que leva pessoas que não se conhecem, não se odeiam à morte.

Então, por que o ranço com os militares? Por que jovens usando telefones de última geração – fruto do capitalismo – odeiam os defensores da Pátria? A razão é uma só: eles não odeiam, são treinados a odiar. São instruídos a desprezar tudo que se origina nas Forças Armadas. E isso tem nome: assassinato de reputação.

Bem verdade que o golpe de Estado que derrubou a monarquia em 1889 foi um erro. Todavia, talvez tenha salvado a Nação dos ventos bolchevistas que viriam 20 anos depois. Não há como se saber.

Seja como for, em 1935 e 1964 os militares salvaram a Nação do comunismo. Mas perderam o conflito cultural e midiático. Hoje, toda a mídia é de esquerda. Todas as universidades são comunistas. Paulo Freire é exaltado. Não saber ler e escreve é normal.

Só restam os militares. Aqueles que morrem. Seus pecados são tão poucos que até mesmo andar numa motocicleta e subir a um palanque pode ser motivo de terríveis escândalos midiáticos.

Daqui a pouco mais de um ano estaremos diante de uma urna sem segurança para o eleitores e diante de duas extremidades: um homem íntegro oriundo da Egrégia Academia Militar das Agulhas Negras e outro que nunca leu um livro. Um deles possui muitos defeitos, mas é um brasileiro. O outro possui vários processos criminais e fundou o Foro de São Paulo, uma organização globalista e contrária aos interesses nacionais.

Mas, seja como for, os militares sempre estarão prontos a morrerem pela Pátria.

“Ave patriam, morituri te salutant”

 

 

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