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Tradição, o direito dos mortos.

Tradição, o direito dos mortos.

Uma das principais fontes do direito é a tradição, também chamada de Direito Consuetudinário. O direito dos costumes. E a tradição é o direito dos mortos.

Uma verdadeira democracia deve levar em consideração o seu povo, e isso engloba as pessoas que não mais existem. Elas fazem parte da História.

Logo, com que autoridade se permite a esbórnia sexual vivente na nossa sociedade? Com que autoridade se acha que tudo deve ser liberado? Quem autorizou a existência de vários sexos e a múltipla combinação entre eles? Aliás, bom que se saiba o que eu penso da homofobia.

Alguém já parou para pensar nos antepassados? Alguém já se perguntou, em homenagem à memória daqueles que se foram, como eles reagiriam à pedofilia, diversidade sexual, libertinagem? Ou será que os mais profundos ensinamentos do passado tornaram-se obsoletos?

Com certeza algum crítico dirá que tradição é atraso. Pois bem, apresento como exemplo um dos países mais adiantados do mundo, no qual não há uma Constituição escrita e ainda vige a Carta Magna de 1215, escrita em latim. Quer o nome desse país, prezado censor ? Procure! Vou te dar o trabalho de pesquisar, se souberes!

Sou agnóstico, mas admirador do filósofo Cristo. Alguém já parou para pensar nos esforços dos jesuítas no Brasil, que mesmo perseguidos e expulsos por Pombal, mantiveram em alta a moral cristã?

A moral e os bons costumes são os alicerce da Nação brasileira, composta por um povo miscigenado e bem-aventurado.

Assim, lembrai-vos dos mortos! Respeitai-vos!

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